3 atitudes teoricamente necessárias para se fazer um pacto com o Diabo

Certamente já ouviste falar de alguém que fez um pacto com o diabo para conseguir fama, dinheiro ou algo parecido.

São diversas as teorias que envolvem este assunto, inclusive que, após um humano conseguir o que tanto deseja, o diabo rouba a sua alma. Mas sabes como é apareceu a ideia de que é possível fazer um pacto com o Diabo e como é que isso funciona de facto? Talvez não seja muito útil hoje, mas quem sabe se no futuro vais precisar? lol

Tudo começou com um livro datado de 1935 chamado The Formicarius, onde está escrito um dos modelos mais difundidos de pacto com o diabo.

No livro o pacto consiste num ritual que pode tanto ser realizado individualmente, como em conjunto, onde, o pré-requisito básico para os candidatos a ingressar no mundo das trevas, é a negação total às suas origens atribuídas a Deus.

Segundo o livro, é necessário realizar três passos para conseguir finalizar a negociação:

Negar a Deus em público
O pactuante deverá dirigir-se a algum templo sagrado, igreja ou derivados que frequentasse antes e, em frente ao altar sagrado, negar completamente sua crença e submissão a Deus, na frente de todas as pessoas.

Sacrificar a alma de uma criança
Para pactuar com o Diabo é necessário sacrificar não apenas a tua alma, mas também a de uma pobre criança. Então, se tu (felizmente) não te achas capaz de fazer isso, ficas sem hipóteses de terminar a negociação.

Oferecer a tua alma
Sim, essa história de que para negociar com o diabo tem de se vender a alma é a mais pura das verdades. Ele pode dar qualquer coisa que se deseja: poder, dinheiro, fama, mas após a tua morte a tua alma é dele. E não adianta existir arrependimento, pois cada ano que o ex pactuante sobreviver na terra (porque convenhamos que a tua vida não vai ser nada fácil depois de teres contrariado o povo na igreja) corresponderá a 10 anos ao lado do teu “benfeitor” no inferno.

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